Lá na Felicíssimo.

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Dois meninos depois, andei deixando o blog de lado.   Na última postagem ainda estava em Porto Alegre, treinando o amor com os filhotes de Dani, enquanto os meus nos davam sustos.  Sai voando de Recife na quarta-feira, dia 22 de julho, acreditando que meus filhos nasceriam antes mesmo do avião pousar. Pois bem, os danadinhos só vieram dar as caras em um sábado lindo e o mais emocionante de minha vida. Já era agosto, dia 15.

Nesse quase um mês na minha casa ninho, fui acolhida e amada como em poucos lugares em que estive. Até hoje morro de saudades da rua Felícíssimo de Azevedo. Felicíssima era eu, apesar de tanta ansiedade e de tanto medo. Às vezes, quando fico triste por algum motivo, desejo me teletransportar pra lá ( Hoje é um dia desses, pois voltei a trabalhar em dia de vacina. As mães sabem do que falo 😦 ).  Apesar do barulho e dos brinquedos espalhados pela sala,  existe ali a paz dos que são felizes e têm fé. Quem os conhece sabe do que falo.

Os dias eram iguaizinhos, é verdade. Mas era tão bom. A cumplicidade, as risadas, o suco de tudo misturado, os banhos para dormir, a buzina da van da escola chegando.  Na Felicíssimo fui feliz da maneira mais simples e mais honesta que se pode ser.  Choro só de escrever. Choro bom de quem tem a sorte máxima de ter a oportunidade que tive e de ainda afiar o amor lá na Felicíssimo.

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